Mascavo é criticada por Gabi de Pretas por tratamento desigual em ação com influenciadoras


Mascavo é criticada por Gabi de Pretas por tratamento desigual em ação com influenciadoras
Mascavo é criticada por Gabi de Pretas por tratamento desigual em ação com influenciadoras


Gabi de Pretas, conhecida por sua atuação em temas ligados à representatividade negra na indústria da beleza há uma década, usou o seu perfil no X (antigo Twitter) para criticar a abordagem da Mascavo, marca de Mari Saad, lançada em outubro do ano passado. A equipe procurou a influenciadora e youtuber por e-mail para enviar um blush e um iluminador, dois produtos da nova linha de maquiagem, “para ela conhecer um pouco da marca”, alegando que acompanha o trabalho da Gabi nas redes sociais e gostaram muito conteúdo.
A própria Gabi respondeu o e-mail. “Se vocês acompanhassem meu trabalho, acho que perceberiam o quanto essa abordagem não é legal (ainda mais vindo de uma marca como a Mascavo)”, escreveu.
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A youtuber lembrou que a empresa enfrentou críticas com o lançamento da primeira coleção com produtos que não contemplavam peles negras retintas. A influenciadora Mirella Qualha foi uma das criadoras de conteúdo negra que se decepcionou ao testar um bronzer que prometia fototipos mais escuros e viralizou no TikTok na época.
“Vocês fizeram um lançamento que excluiu boa parte da população, incluindo pessoas com tonalidade de pele semelhante a minha. Mas isso vocês já sabem. Pediram desculpas e lançaram novos produtos. Agora, receber um e-mail me oferecendo apenas 1 blush e 1 iluminador? Rs”, ironizou.
A comunicadora também questionou os critérios para a entrega dos kits, sem mencionar nomes. “Estou na internet há 10 anos, e esse tipo de mensagem foge ‘e muito’ do padrão de comunicação de qualquer marca grande. Qual é o critério para alguns influenciadoras receberem toda a linha de lançamentos e outros apenas um ou dois itens? Gostaria de entender melhor”.
Após revelar os prints na publicação, Gabi ainda reafirmou o seu posicionamento e a sua relevância no mercado de beleza. “Antes da marca pensar em existir eu já estava na internet falando sobre falta de produtos pra pele negra, minha filha. Tá duro, dorme!”, escreveu.


